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Viagem pela ilha do Faial (Açores)

por Nuno França, em 01.11.17

Olá a todos! Tal como vos tinha falado, da nossa Viagem pela ilha do Pico, optamos por uma breve passagem pela vizinha ilha do Faial.

De manhã, apanhamos o ferry-boat que transporta algumas pessoas que fazem todos os dias o trajecto Pico-Faial-Pico (e Faial-Pico-Faial) para trabalhar na ilha vizinha, até porque a viagem demora pouco mais de 30 minutos.

Ferry-Boat

Da praxe, implicava passar pelo Peter Café Sport, junto à Marina da Horta e cuja paragem é obrigatória.

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Monte da Guia, na Horta, com a praia de Porto Pim também visível na baía.

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Ilha do Pico e o respectivo ferry-boat a caminho da Horta (Faial). Parte da ilha de São Jorge também visível na imagem.

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Miradouro na Espalamaca, com as ilhas do Pico (no primeiro plano) e São Jorge mais ao longe. 

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Monte do Carneiro, miradouro com vista sobre a Horta e a ilha do Pico ao fundo. Também é visível parte da ilha de São Jorge.

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Praia de Porto Pim, Horta.

Praia de Porto Pim (Horta)

Monte da Guia e Marina da Horta (fotografia abaixo). 

Horta

Monte da Guia e Praia de Porto Pim (fotografia abaixo).

Monte da Guia - Horta

 Abaixo as fotografias do Vulcão dos Capelinhos, que 

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No que toca a mais detalhes da ilha do Faial, podem ver o post sobre onde e o que se comeu na ilha, À mesa, nas ilhas do Pico e Faial!

 

 

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publicado às 11:24

À mesa, nas ilhas do Pico e Faial

por Nuno França, em 20.10.17

Olá a todos!

Tal como tinha mencionado no último post, o seguinte seria sobre a Gastronomia das respectivas ilhas (Pico e Faial). De relembrar (pois merece ser relembrado), come-se muitíssimo bem nos Açores e, as nossas férias na ilha do Pico (com uma curta passagem na ilha do Faial) comprovaram isso mesmo, desta feita, nestas duas ilhas.

 

Casa Âncora (ilha do Pico):

Depois de termos chegado à ilha do Pico, tínhamos que arranjar algum local para comer. Pois bem, o Casa Âncora foi a nossa primeira paragem (em São Roque do Pico, junto ao Cais do Pico). Devido ao facto de não termos reserva feita, foi-nos sugerido pela pessoa que nos atendeu que esperássemos uns 30 minutos e, caso as reservas que tinham não aparecessem, nós tomávamos os respectivos lugares. Assim foi, ao fim de 25 minutos, o mesmo funcionário abordou-nos e lá entramos.

Ambiente muito agradável, o restaurante está aberto há 1 ano e pouco, com decoração moderna, com atenção aos pormenores e janelas grandes com vista para o mar e São Jorge lá ao fundo e cozinha aberta em que podemos ver o staff a trabalhar/circular com os pedidos.

Pedimos entradas para começarmos bem a noite e, decidimos ir para a primeira da lista, “Pão do Pico grelhado com queijo e manteiga” (penso que era assim o nome, mas vejam pelas fotografias).

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Como sou apreciador de língua de vaca, não foi difícil escolher o prato, cujo nome: “Língua de Vaca caramelizada com parmentier de legumes” (14€/prato). Apresentação espectacular, fiquei surpreendido com o tamanho do prato, afinal, não me tinha apercebido que se tratava de um restaurante gourmet. Com a primeira garfada, acho que subia às nuvens! Doce, com pêra também apresentada no prato. Foi divinal!!!

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Depois deste prato e da respectiva entrada, acabamos por decidir que tínhamos de voltar para mais uma ou duas refeições antes de terminarmos a nossa viagem, pois não tivemos estômago para as sobremesas, que também pareceram interessantes! Assim, depois de terminado o jantar, decidimos reservar para mais um jantar, na véspera de voltarmos à nossa ilha.

No regresso para a segunda refeição por lá, optamos desta vez por fazer ao contrário, deixar de lado as Entradas e atacar o Prato Principal e Sobremesas. Como estávamos no final, decidi esticar os cordões à bolsa e, como me pareceu interessante (e já tinha a experiência do outro prato divinal) decidi ir para o “Filet Mignon com espuma de batata e cebola caramelizada” (20€/prato), o mais caro da ementa. Uma vez mais, surpreendido pela apresentação espectacular e uma aparente “dose pequena”. Mais uma vez, surpreenderam-me pela positiva, mais um prato muito bom, que valeu sem dúvida cada cêntimo! Para sobremesa, optei pela “Tarte de Chocolate com espuma de iogurte” (5€/prato), que já tinha ficado na cabeça depois da primeira ida lá. Gostei muito também!

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Fonte Cuisine (ilha do Pico):

Localizado nas Lajes do Pico, no Hotel Aldeia da Fonte, este restaurante está aberto ao público e decidimos ir lá por recomendação de um colega/amigo que é da ilha do Pico.

Optei por ir para “Escalopes de Frango Grelhados com Molho de Mostarda” e para sobremesa um Gelado de Monte Pico.

Gostei do ambiente do restaurante, estava composto. Comida bem confeccionada. Voltaria lá para comer também.

 

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Peter Café Sport (ilha do Faial):

Quem nunca ouviu falar do tão célebre café? Localizado perto da Marina da Horta (ilha do Faial), é paragem obrigatória para quem viaja de barco e faz paragens na marina!

"Se velejares até à Horta e não visitares o "Peter", não viste a Horta na realidade".

Quem passa por lá, deixa a sua marca, daí as paredes, tectos, estarem cobertas de bandeiras, quadros, etc… É só verem as fotografias abaixo e têm uma pequena noção de como é o interior.

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Como tínhamos chegado da ilha do Pico bem cedo, tomamos o pequeno-almoço por lá, umas tostas e ficou resolvido aí mesmo. Não valeu propriamente pela refeição, mas pela dita frase acima… é obrigatório passar por lá. No piso superior, o museu que pode ser visitado (coisa que não visitamos pois tínhamos o tempo contado ao minuto).

É obrigatório!

 

Restaurante Genuíno (ilha do Faial):

Restaurante do navegador à vela e em solitário, Genuíno Madruga, natural da ilha do Pico, com duas voltas ao Mundo! Um restaurante em que as mesas do restaurante têm um tampo de vidro e no seu interior, dezenas de ofertas dos muitos locais por onde passou. No exterior, um mapa do planeta com os trajectos em cada uma das viagens. No dia em que almoçamos por lá, ao ligar para fazer a reserva, foi o próprio Genuíno que atendeu e que foi extremamente atencioso. Restaurante com vista para a Praia de Porto Pim, na Horta. Não consegui ver as mesas todas com as diversas recordações de viagem pois o restaurante encheu rapidamente.

Recomendo-vos, pois vai ser uma viagem diferente e come-se bem também!

 

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Restaurante Canto da Doca (ilha do Faial):

Localizado muito próximo do Peter Café Sport, foi o restaurante que escolhemos no Faial para a despedida da ilha, antes de regressarmos à ilha do Pico. Restaurante com já mais de 2 décadas, foi a recomendação da minha namorada e connosco foi um familiar meu que também já conhecia o restaurante. A especialidade do restaurante é que todas as comidas são cozinhadas na pedra quente!! Foi a primeira vez que comi assim, o calor que vinha da pedra impunha respeito! Os funcionários do restaurante trocavam a pedra quando esta estivesse mais fria. Foi um conceito interessante. Gostei bastante.

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Restaurante O Ancoradouro:

De regresso à ilha do Pico, este restaurante, localizado na Madalena do Pico, também foi recomendação do meu colega/amigo da ilha do Pico.

Optei por um prato que também aprecio imenso, “Lulas grelhadas”. Valeu a pena. Tínhamos reserva efectuada e, caso não tivéssemos feito, provavelmente não teríamos arranjado lugar. Mais um restaurante que encheu rapidamente.

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Restaurante Caffe 5 “Cinq”:

Localizado na Madalena do Pico, um espaço pequeno (se calhar o ponto negativo do local), não tínhamos lugar no interior, pelo que ficamos na esplanada, que ficava num passeio muito estreito, junto à rua e com toldos que protegiam pouco do sol. Em termos do que realmente importa, gostei da comida que escolhi, valeu bem a pena, apesar do desconforto da esplanada.

Vale a pena irem lá, mas preferencialmente no interior, para se sentirem mais confortáveis e seguros (pela proximidade à rua).

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Casa das Tisanas:

Por fim, um dos últimos locais onde comemos foi a Casa das Tisanas, a poucos minutos da pousada onde ficamos, em São Roque do Pico. Começou inicialmente como casa de chás, mas acabou por acrescentar as refeições ao fim de algum tempo. Optei por uma Hambúrguer duplo no bolo lêvedo, acompanhado, claro está, por um chá diferente e frio. Foi bastante bom, contudo, o tempo de espera é que surpreendeu pela negativa, mais de 20 minutos.

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E foram as minhas sugestões, espero que tenham gostado. Já a preparar novos posts.

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publicado às 13:15

Viagem pela ilha do Pico (Açores)

por Nuno França, em 27.09.17

A ilha do Pico, localizada no arquipélago dos Açores, grupo Central, é a segunda maior ilha do arquipélago (a seguir a São Miguel). E é reconhecida por dois pontos:

- Ilha das vinhas, com muita produção de vinho de qualidade e que é exportado para todo o Mundo;

- Montanha do Pico, que é o ponto mais alto de Portugal, com 2351 metros de altitude.

 

Aproximação à ilha do Pico (São Jorge vista do avião)

 

Decidimos ir de férias com estadia na ilha durante uma semana.

Chegados ao Pico, ficamos hospedados na Pousada de Juventude da ilha, em São Roque do Pico, porque tínhamos boas referências da mesma e então, a decisão foi fácil. Infelizmente, deixou muito a desejar, a começar pelo essencial, as camas/colchões, de má qualidade.

No dia da chegada (chegamos quase ao final da tarde), exploramos São Roque do Pico a pé, vila esta que é chamada de Capital do Turismo Rural, que fica voltada para norte e, se o tempo estiver bom, vemos a proximidade entre a ilha do Pico e a de São Jorge (15 km de distância). Há poucas horas na ilha, restava-nos escolher um local para jantarmos descansados e, se possível, com qualidade e vista para o mar. Ora, a vila como fica voltada para o mar e tudo se centra neste ponto, foi (quase) fácil encontrar sítio para comer. Chegamos à zona do Cais de São Roque, encontramos um restaurante e decidimos ficar por lá (próximo post será sobre as experiências gastronómicas, fiquem atentos!!).

 

Monumento alusivo à caça da baleia - São Roque do Pico

  

Optamos por alugar um carro durante 4 dias da nossa estadia e, no primeiro dia, como o tempo estava "ranhoso" (chuvinha miúda), decidimos dar a volta à ilha como que a fazer "reconhecimento", sempre pela estrada regional, parando em alguns miradouros, mas sem muito para ver, pois o tempo estava como estava.

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Lajes do Pico - Madalena.png

 

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E as primeiras fotografias começaram a aparecer. As primeiras duas, no Miradouro existente no Parque Florestal da Praínha, com um fenómeno a que chamaram de Mistério da Praínha, devido a esta fajã lávica que se formou durante a erupão histórica de 1562/64.

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No mesmo parque, encontramos também esta casa, com uma atafona (moínho movido por força animal).

Casa com atafona

Casa típica com atafona

 
Resumidamente, no primeiro dia ficamos desiludidos por culpa das condições meteorológicas, pois havia chuva em algumas zonas por onde passamos no nosso "reconhecimento". Felizmente, melhorou e tivemos dias de sol para aproveitarmos as magníficas paisagens e para termos a sensação de proximidade entre as ilhas.

No segundo dia com carro, demos um "pulinho" à ilha do Faial (mas irei falar noutro post).

No terceiro dia de carro, aproveitamos o bom tempo para explorar a ilha e os locais mais altos com objectivo de observar as paisagens.

 

Na fotografia abaixo, vemos a ilha de São Jorge de ponta à outra.

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Abaixo, a Lagoa do Peixinho, com parte da ilha de São Jorge ao fundo (e lá na extremidade do lado direito de São Jorge, vemos um bocadinho da ilha Terceira!!).

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Aqui, estávamos a caminho da Casa da Montanha (local onde fazemos as inscrições para a subida à Montanha do Pico). Ao fundo, a ilha do Faial, com os ilhéus de nome "Ilhéu em pé e ilhéu deitado".

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Já lá em cima na Casa da Montanha, um grupo de aventureiros acabava a sua descida. Como podem ver, não é fácil ter-se a sorte de se ver a montanha totalmente descoberta... aqui, mais uma prova disso...

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Ilha de São Jorge ao fundo, vista de outra zona da ilha.

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A montanha, finalmente descoberta, no penúltimo dia que tínhamos carro.

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A zona de banhos do Pocinho, com vista privilegiada para a ilha do Faial.

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Abaixo, o Cella Bar, que fica localizado na Madalena do Pico, bar este que foi o vencedor do Building of the Year 2016. Também jantamos lá, pelo que depois irão poder ver o post sobre a gastronomia.

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publicado às 20:48

Festival Tremor - Ponta Delgada tremeu!

por Nuno França, em 10.04.17

Pelo 4ª ano tivemos em Ponta Delgada (centro nevrálgico, mas acabou por espalhar-se pela ilha de São Miguel) o Festival Tremor PDL.

Um festival musical que contou com concertos em vários pontos da cidade, de estilos completamente diferentes, para animar todos os gostos.

O Tremor na Estufa, um dos mais interessantes do festival, levou-nos a paragens de autocarro, que nos iriam levar a locais surpresa, para assistirmos a concertos. Desde concertos no terraço de um hotel (onde não chegamos a ir por falta de disponibilidade), ou numa piscina de água termal (no Furnas Boutique Hotel) - do qual não tenho registo fotográfico pois seria prevista uma grande quantidade de pessoas e preferi não levar objectos de valor. Ficou na memória, que é o mais importante.

 

Também por falta de disponibilidade, não conseguimos experimentar (por ter sido em horário laboral), os trilhos (Termor Todo-o-Terreno) que tiveram oportunidade de experimentar, com experiências musicais durante os mesmos.

 

No que toca ao que experimentamos, então fica abaixo o meu registo fotográfico e uma breve explicação de cada um deles, sendo que foi tudo fotografado com telemóvel.

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Na primeira noite (acima), fomos presenteados com um trio de jazz, no Arquipélago - Centro de Artes Contemporâneas, na cidade da Ribeira Grande, nas caves onde outrora haviam secadores de tabaco. Muito agradável.

(tivemos outras actuações mas não registei fotograficamente)

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Na segunda noite do festival (acima), tivemos a dupla Circuit des Yeux. Gostei muito do local, onde só tinha ido uma vez (Auditório Luís de Camões), ambiente intimista, quase cheio. A vocalista (Haley Fohr), muito tímida, não era de muitas palavras, presenteou-nos com uma voz que cativou muita gente! Voz brutal! Apesar de não ter gostado muito das músicas todas, reconheço o valor desta cantora e do seu baterista!

 

O terceiro dia em que houve o Tremor na Estufa (com o autocarro a levar-nos para uma localização surpresa), tivemos dois autocarros à escolha, ambos com destinos diferentes. Optamos por um que tinha a fila de espera mais pequena (pois no dia de Tremor na Estufa no Furnas Boutique Hotel não conseguimos lugar e tivemos de ir em carro a "perseguir" o autocarro), e fomos parar ao Jardim/Palácio de Sant'Ana, que é, nada mais, nada menos, a residência oficial do Governo dos Açores. No hall de entrada fomos presenteados com o artista Coelho Radioactivo, que deu um pequeno concerto acústico (fotografias abaixo).

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Terminado este concerto, seguiu-se algo mais noutros pontos da cidade. Na Arco 8, tivemos mais alguns momentos interessantes, em que passaram momentos das décadas de 80 e 90's, inspirados no que a MTV e no TOP+ faziam também, no nosso caso em concreto, com videoclipes de músicos açorianos.

O Take it or Leave it foi outra das coisas presentes na Arco 8, que consistia em vários desenhos expostos na galeria e que o público, caso gostasse, podia pegar e levar, tal como o próprio nome indica.

Após estas primeiras experiências, o trio 3rd Method foi um espectáculo. O teclista estava num palco à parte (em cima de uma bobina e com o seu teclado “suspenso” no ar), isto fez com que muita gente do público se concentrasse nele, pois estava no centro da sala. Vibrou-se de tal maneira com o ritmo desta banda, pois a batida era de tal forma espectacular, que a noite começou muito bem por aqui.

 

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Chegados ao fim-de-semana, o Sábado foi um dos dias mais longos, com o programa a começar de manhã, com o Mini Tremor, para as crianças (com jogos, filme de animação e música).

De tarde, começamos por ir ver novamente o Coelho Radioactivo, desta feita, ao ar livre, no hostel Out of the Blue, com sonoridade com guitarra eléctrica.

Ficamos por ali e, minutos mais tarde, partimos para a Galeria Fonseca Macedo, onde decorreu um concerto diferente, com uma personagem Eartheater (Alexandra Drewchin), muito estranha, não conseguimos ficar lá por muito tempo e, partimos de seguida para a Biblioteca Pública de Ponta Delgada, onde decorria um concerto no auditório, da dupla PMDS, dois DJs a proporcionarem uma experiência sensorial ao público. Gostei, mas achei demasiado repetitivo ao fim de alguns minutos.

Para podermos “correr as igrejas todas”, também não ficamos por muito tempo e fomos para a Casa do Bacalhau (onde, como o próprio nome indica, se vende bacalhau, mas onde também há espaço a fado ao vivo). Assim, assistimos à parte final do novo projecto de Rui Rofino, de nome We Sea. Já conhecia os trabalhos anteriores dele, mas estava curioso por ver/ouvir este novo projecto. Muito bom!

 

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Terminado este concerto, fomos assistir a um documentário intitulado de AZ-RAP: Filhos do Vento, produzido pela Red Bull Media House no âmbito do Festival Tremor. Fala-nos da cultura do hip-hop e do conhecido rapper Sandro-G. Documentário este que aconselho vivamente e, a partir de hoje, estará disponível online para todo o mundo!

 

Mais ao final da tarde, apanhamos um jovem rapper (Valerio), que também apareceu no vídeo acima mencionado, num concerto numa das travessas da cidade.

Logo a seguir, seguimos para uma loja de roupa masculina (a Londrina, que por si só, é uma das lojas mais dinâmicas da cidade no que toca a colocar música e eventos no seu cantinho por forma a chamar mais clientes), com a dupla Vive Les Cônes, uma dupla engraçada e com bons sons.

 

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Como não podíamos passar fominha, acabamos por parar num dos restaurantes que contavam com o Menu Tremor (preços mais acessíveis para quem tinha pulseira do festival). Decidimos parar no Supléxio, aberto há poucas semanas e fomos surpreendidos pela positiva.

Abaixo as fotos do nosso jantar.

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Para terminar o festival, entramos no Coliseu Micaelense para ver dois nomes importantes: Mão Morta e Bonga

Mão Morta, que já tinha ouvido falar, mas nunca tinha ouvido algo deles, surpreendeu-me pela representação do vocalista e energia que este tinha em palco. Um senhor que já não é propriamente novo, mas com uma energia de fazer inveja a muitos jovens! Deixou o público ao rubro, sobretudo aqueles que conheciam músicas deles. Foi a estreia deles em São Miguel.

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E claro está, Bonga, que fechou a noite no coliseu com um concerto muito bom.

 

Resumindo aquilo que vivemos do festival, foi muito positivo. A divulgação foi enorme, o que se viu claramente na quantidade de pessoas que juntou.

Há pontos negativos, nomeadamente no que toca à divulgação das lotações máximas por locais (pois chegamos a muitos locais e onde já não havia espaço e tivemos de ficar de fora), ou por exemplo, darem também uns intervalos de tempo entre concertos em vários locais para aqueles que queiram ver o máximo possível.

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publicado às 17:00

Festival de parapente

por Nuno França, em 14.03.17

Vai fazer dois anos que experimentei pela primeira vez algo que nunca pensei vir a fazer: parapente

Uma experiência incrível, uma sensação de liberdade enorme, apesar de estarmos presos a uma cadeira. Para quem tinha medo de alturas como eu, foi um enorme desafio, do qual não me arrependo e que pretendo repetir.

A partida foi do Pico da Barrosa (local onde podem observar a famosa Lagoa do Fogo), infelizmente, o voo não foi nesta direcção devido às condições para o lado da lagoa não serem as ideiais.

No início do voo (vão ver fotos ordenadas cronologicamente com o voo), podem ver a primeira fotografia (com umas torres no lado esquerdo - local da descolagem), o céu estava encoberto e não se adivinhava nada mais do que algumas nuvens...

Nesta foto, o piloto deu uma viragem para ver o ponto de partida.

 

Na fotografia seguinte, uns 10 minutos após a descolagem, começamos a passar por uma zona de céu praticamente limpo, o que tornou o voo (já até então de 4 estrelas), num voo de 7 estrelas! Foi algo lindo, apreciar toda esta zona sul da ilha (com as cidades de Lagoa - mais próxima) e Ponta Delgada - mais ao fundo).

 

Cada voo de bilugar atingia determinadas altitudes dentro das margens de segurança e, tendo sempre em conta a pessoa que estava a fazer o seu baptismo de voo. No meu caso, o meu piloto decidiu ir até aos 1300 metros de altitude, algo fantástico e que permitiu ver a vizinha ilha de Santa Maria, que, infelizmente, não consegui registar nas imagens. Podem ver na fotografia abaixo um comparativo de altitudes da minha posição e de outro parapente - amarelo, uns bons metros mais abaixo (e as manchas brancas e pretas na pastagem - vaquinhas).

 

 

 

 

 

 E se quiserem ver, aqui fica o vídeo também! 

 

 

 

 

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publicado às 22:55

Ilhéu

por Nuno França, em 13.03.17

A ilha do Corvo ao fundo, a mais pequena do arquipélago dos Açores, observada da ilha vizinha, Flores.

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publicado às 00:02

Explorando o trilho da Grená

por Nuno França, em 09.03.17

Revisitando novamente as minhas fotografias antigas, falo-vos do Trilho da Grená, na freguesia das Furnas, ilha de São Miguel.

 

O Trilho da Grená é um bonito trilho junto à Lagoa das Furnas (ilha de São Miguel, nos Açores), que nos leva a sítios em que podemos estar apenas nós próprios e a Natureza, explorando as bonitas vistas ao longo do trilho. Este trilho começa junto às Caldeiras das Furnas (onde se fazem os famosos cozidos) e termina lá no alto, no chamado Furnas Lab Land (uma espécie de laboratório para várias espécies de árvores, daí o nome). Vale a pena dar um passeio até lá cima, pois a vista sobre o todo o local é fantástica e sobre a lagoa também.

 

 A meio do trilho, existe a Casa da Grená (podem ler mais aquiaqui sobre a história da casa), uma casa fantástica, que em tempos pertenceu inclusive, pertenceu a Mário Soares, quando este era Presidente da República. Uma pena, pois a casa está cada vez pior, o que, com o decorrer do tempo, vai encarecendo uma possível requalificação.  

 

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publicado às 16:41

Sete Cidades

por Nuno França, em 08.03.17

Mais uma visita ao "baú", pelas razões que expliquei no post anterior.

 

Para aqueles que nunca vieram aos Açores (em concreto, à ilha de São Miguel), esta é uma das maravilhas de Portugal, quer queiram, quer não. Lagoa das Sete Cidades, com um dia de céu limpo, com chuva, nevoeiro, é sempre um local mágico! Uma paisagem magnífica, de cortar a respiração.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Acima, a fotografia típica da Lagoa das Sete Cidades, com as lagoas azul e verde, num magnífico dia de sol. Abaixo, numa manhã do Azores Airlines Rallye, edição de 2015, primeira vez em que fui para o lado oposto da lagoa e descobri esta nova perspectiva (na minha opinião, mais bonita).

 

 

 

 

 

E aqui, o que parece impossível, fazerem o troço das Cumeeiras (montanhas à volta da cratera) a alta velocidade, com nevoeiro e o abismo mesmo ao lado.

Exactamente o mesmo spot da fotografia acima, mas relativo a 2016.

 

 

A prova de que é um troço traiçoeiro e uma nota falha rapidamente, foi este momento, arrepiante (no mesmo troço, em 2014). E a lagoa ali no lado direito da fotografia.

 
Resumindo, uma freguesia espectacular, com o principal spot a ser a lagoa, que merece uma visita alargada, porque, de um momento para o outro, podemos passar de um dia sombrio para um dia espectacular, como algumas das imagens que partilhei no post.

 

 

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publicado às 12:07

Rabo de Peixe

por Nuno França, em 13.02.17

Rabo de Peixe, uma vila/freguesia do concelho da Ribeira Grande, ilha de São Miguel, nos Açores.

É uma vila que marca pela diferença, mais não seja pelo facto de ser uma vila em que a população tem como ganha-pão principal, a pesca. Sendo uma vila piscatória, motivos fotográficos são imensos, desde o óbvio, motivos relacionados com a pesca, até a arte urbana, que deu outra vida à vila, através da arte de Bordalo II e Vhils (no âmbito do festival de arte urbana Walk&Talk Azores) e, principalmente, este último, que teve um impulso enorme na sua carreira com estas obras que fez por cá.

 

  

 

 Ao chegarem a Rabo de Peixe, de máquina em punho, não tendo como primeira opção fotografar as pessoas, garanto-vos que irão ser abordados de forma humilde pelos moradores e, logo aí, ganham novos motivos fotográficos. Foi o que aconteceu comigo... logo aí, ficamos com tema de conversa e não levam a mal as nossas fotografias. Tudo depende da abordabem. 

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 Para terminar, na minha recente visita a Rabo de Peixe, encontrei um grupo de crianças/jovens a jogar futebol, imagine-se onde, precisamente, no porto de pescas, num final de tarde de Inverno, como se vê, com um bonito dia de sol! Felizmente não está sempre a chover, como muitos pensam. :)

A fotografia foi feita com o telemóvel, visto que a minha máquina fotográfica está avariada. :(

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Espero que gostem!

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publicado às 20:46

O ilhéu

por Nuno França, em 03.02.17

O que é viver numa ilha?

Sei que para muitas pessoas deve ser impensável viver numa ilha, estar rodeado por mar, a sensação de isolamento, mas para mim, penso que é tudo uma questão de hábito. Para mim, ilhéu, adoro a sensação de estar a percorrer a ilha e, na maior parte das situações, conseguir ver mar, sentir que sou parte daquele "bocado" de terra no meio do Oceano Atlântico.

Em contrapartida, a primeira vez que viajei para o centro da Europa, senti precisamente aquela sensação de estranheza, de quem olha para o horizonte e só vê edifícios ou paisagem, sem ter o mar por perto... foi realmente estranho! Por exemplo, sinto-me um pouco como uma pessoa do interior de um país que depois chega a uma ilha e sente que fica "preso"... no meu caso, senti a falta do imenso mar que nos "isola".

Tudo isto, para introduzir esta fotografia que adoro, precisamente numa das estradas em que vemos sempre mar, praticamente durante quase 30 quilómetros.

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Na fotografia, o ilhéu dos Mosteiros, freguesia dos Mosteiros, em que se vêem outros 3 rochedos mais junto à costa.

Lá em baixo, uma pequena praia, com vista directa para aqueles rochedos.

 

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publicado às 12:00


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