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Viagem pela ilha do Pico (Açores)

por Nuno França, em 27.09.17

A ilha do Pico, localizada no arquipélago dos Açores, grupo Central, é a segunda maior ilha do arquipélago (a seguir a São Miguel). E é reconhecida por dois pontos:

- Ilha das vinhas, com muita produção de vinho de qualidade e que é exportado para todo o Mundo;

- Montanha do Pico, que é o ponto mais alto de Portugal, com 2351 metros de altitude.

 

Aproximação à ilha do Pico (São Jorge vista do avião)

 

Decidimos ir de férias com estadia na ilha durante uma semana.

Chegados ao Pico, ficamos hospedados na Pousada de Juventude da ilha, em São Roque do Pico, porque tínhamos boas referências da mesma e então, a decisão foi fácil. Infelizmente, deixou muito a desejar, a começar pelo essencial, as camas/colchões, de má qualidade.

No dia da chegada (chegamos quase ao final da tarde), exploramos São Roque do Pico a pé, vila esta que é chamada de Capital do Turismo Rural, que fica voltada para norte e, se o tempo estiver bom, vemos a proximidade entre a ilha do Pico e a de São Jorge (15 km de distância). Há poucas horas na ilha, restava-nos escolher um local para jantarmos descansados e, se possível, com qualidade e vista para o mar. Ora, a vila como fica voltada para o mar e tudo se centra neste ponto, foi (quase) fácil encontrar sítio para comer. Chegamos à zona do Cais de São Roque, encontramos um restaurante e decidimos ficar por lá (próximo post será sobre as experiências gastronómicas, fiquem atentos!!).

 

Monumento alusivo à caça da baleia - São Roque do Pico

  

Optamos por alugar um carro durante 4 dias da nossa estadia e, no primeiro dia, como o tempo estava "ranhoso" (chuvinha miúda), decidimos dar a volta à ilha como que a fazer "reconhecimento", sempre pela estrada regional, parando em alguns miradouros, mas sem muito para ver, pois o tempo estava como estava.

S. Roque - Lajes Pico.png

 

Lajes do Pico - Madalena.png

 

Madalena - S. Roque.png

 

E as primeiras fotografias começaram a aparecer. As primeiras duas, no Miradouro existente no Parque Florestal da Praínha, com um fenómeno a que chamaram de Mistério da Praínha, devido a esta fajã lávica que se formou durante a erupão histórica de 1562/64.

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No mesmo parque, encontramos também esta casa, com uma atafona (moínho movido por força animal).

Casa com atafona

Casa típica com atafona

 
Resumidamente, no primeiro dia ficamos desiludidos por culpa das condições meteorológicas, pois havia chuva em algumas zonas por onde passamos no nosso "reconhecimento". Felizmente, melhorou e tivemos dias de sol para aproveitarmos as magníficas paisagens e para termos a sensação de proximidade entre as ilhas.

No segundo dia com carro, demos um "pulinho" à ilha do Faial (mas irei falar noutro post).

No terceiro dia de carro, aproveitamos o bom tempo para explorar a ilha e os locais mais altos com objectivo de observar as paisagens.

 

Na fotografia abaixo, vemos a ilha de São Jorge de ponta à outra.

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Abaixo, a Lagoa do Peixinho, com parte da ilha de São Jorge ao fundo (e lá na extremidade do lado direito de São Jorge, vemos um bocadinho da ilha Terceira!!).

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Aqui, estávamos a caminho da Casa da Montanha (local onde fazemos as inscrições para a subida à Montanha do Pico). Ao fundo, a ilha do Faial, com os ilhéus de nome "Ilhéu em pé e ilhéu deitado".

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Já lá em cima na Casa da Montanha, um grupo de aventureiros acabava a sua descida. Como podem ver, não é fácil ter-se a sorte de se ver a montanha totalmente descoberta... aqui, mais uma prova disso...

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Ilha de São Jorge ao fundo, vista de outra zona da ilha.

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A montanha, finalmente descoberta, no penúltimo dia que tínhamos carro.

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A zona de banhos do Pocinho, com vista privilegiada para a ilha do Faial.

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Abaixo, o Cella Bar, que fica localizado na Madalena do Pico, bar este que foi o vencedor do Building of the Year 2016. Também jantamos lá, pelo que depois irão poder ver o post sobre a gastronomia.

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publicado às 20:48

Ilhéu

por Nuno França, em 13.03.17

A ilha do Corvo ao fundo, a mais pequena do arquipélago dos Açores, observada da ilha vizinha, Flores.

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publicado às 00:02

O ilhéu

por Nuno França, em 03.02.17

O que é viver numa ilha?

Sei que para muitas pessoas deve ser impensável viver numa ilha, estar rodeado por mar, a sensação de isolamento, mas para mim, penso que é tudo uma questão de hábito. Para mim, ilhéu, adoro a sensação de estar a percorrer a ilha e, na maior parte das situações, conseguir ver mar, sentir que sou parte daquele "bocado" de terra no meio do Oceano Atlântico.

Em contrapartida, a primeira vez que viajei para o centro da Europa, senti precisamente aquela sensação de estranheza, de quem olha para o horizonte e só vê edifícios ou paisagem, sem ter o mar por perto... foi realmente estranho! Por exemplo, sinto-me um pouco como uma pessoa do interior de um país que depois chega a uma ilha e sente que fica "preso"... no meu caso, senti a falta do imenso mar que nos "isola".

Tudo isto, para introduzir esta fotografia que adoro, precisamente numa das estradas em que vemos sempre mar, praticamente durante quase 30 quilómetros.

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Na fotografia, o ilhéu dos Mosteiros, freguesia dos Mosteiros, em que se vêem outros 3 rochedos mais junto à costa.

Lá em baixo, uma pequena praia, com vista directa para aqueles rochedos.

 

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publicado às 12:00


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