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Festival de parapente

por Nuno França, em 14.03.17

Vai fazer dois anos que experimentei pela primeira vez algo que nunca pensei vir a fazer: parapente

Uma experiência incrível, uma sensação de liberdade enorme, apesar de estarmos presos a uma cadeira. Para quem tinha medo de alturas como eu, foi um enorme desafio, do qual não me arrependo e que pretendo repetir.

A partida foi do Pico da Barrosa (local onde podem observar a famosa Lagoa do Fogo), infelizmente, o voo não foi nesta direcção devido às condições para o lado da lagoa não serem as ideiais.

No início do voo (vão ver fotos ordenadas cronologicamente com o voo), podem ver a primeira fotografia (com umas torres no lado esquerdo - local da descolagem), o céu estava encoberto e não se adivinhava nada mais do que algumas nuvens...

Nesta foto, o piloto deu uma viragem para ver o ponto de partida.

 

Na fotografia seguinte, uns 10 minutos após a descolagem, começamos a passar por uma zona de céu praticamente limpo, o que tornou o voo (já até então de 4 estrelas), num voo de 7 estrelas! Foi algo lindo, apreciar toda esta zona sul da ilha (com as cidades de Lagoa - mais próxima) e Ponta Delgada - mais ao fundo).

 

Cada voo de bilugar atingia determinadas altitudes dentro das margens de segurança e, tendo sempre em conta a pessoa que estava a fazer o seu baptismo de voo. No meu caso, o meu piloto decidiu ir até aos 1300 metros de altitude, algo fantástico e que permitiu ver a vizinha ilha de Santa Maria, que, infelizmente, não consegui registar nas imagens. Podem ver na fotografia abaixo um comparativo de altitudes da minha posição e de outro parapente - amarelo, uns bons metros mais abaixo (e as manchas brancas e pretas na pastagem - vaquinhas).

 

 

 

 

 

 E se quiserem ver, aqui fica o vídeo também! 

 

 

 

 

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publicado às 22:55

Explorando a Roménia (parte 2)

por Nuno França, em 21.02.17

Olá a todos!

No seguimento meu primeiro post a falar sobre a minha viagem à Roménia (aqui), continuo com mais um, a falar sobre outros locais.

Uma das regiões que me fascinou imenso na Roménia foi a região da Transilvânia, mais em concreto, a zona de Maramures, uma zona rural, com muitas planícies e também montanhas, com muito verde.

 

Por toda a região, senti-me como se estivesse em casa (nos Açores, ilha de São Miguel), pois estive na altura da Páscoa e, nesta altura, estava tudo muito verde, como podem ver nas imagens.

 

 A forma como fardos de palha são feitos foi um dos detalhes que mais gostei de ver. Nas muitas planícies, era comum encontrar.

 

Os pastores, também é habitual encontrar um pouco por toda esta região.. tal como aqui nos Açores, vemos muitas vezes as vacas a pastar, a percorrer as estradas da ilha nas mudanças de pastagens, mas aqui, na Roménia, vemos muito as ovelhas e, acreditem... cheguei a ver porcos a pastar!!!

 

 

Aqui, neste local, são feitas cerimónias religiosas para festejar a Páscoa. Na Roménia, tudo diferente do habitual, com uma missa campal à noite, com milhares de pessoas e com a população a benzer alguns bens (comidas, etc), no decorrer da festa.

GOPR6041.JPG

 

 

Outro local que adorei visitar (e não, não sou daquelas pessoas que gostam de visitar/fotografar cemitérios), foi Merry Cemetery (Sapânta), em que as campas são decoradas de forma completamente diferentes do que se vê noutro cemitério... Geralmente, apresentam a pessoa que morreu, com determinado texto (e imagem a companhar), com dizeres a respeito da mesma (algumas vezes, com humor à mistura, inclusive, a falar sobre o que levou à morte da mesma).

No caso abaixo, como vêem, foi uma criança que, segundo a imagem, já nos diz como "encontrou" a morte: atropelamento.

 

Ou outro cemitério, que mais parecia um jardim (por estar muito disperso) e, claro está... por ter também uns "clientes" frequentes: galinhas/galos!

 

Em termos de estadia, ficamos em pensões durante os 2/3 dias que passamos por lá, em diferentes zonas, pois temos de andar muito carro e, falando de custos, não foi nada de especial tendo em conta o nível de vida lá. Pensões extremamente bem arranjadas, a rondar os 20€.

GOPR5755.JPG.jpg

 

Espero que tenham gostado!

Sintam-se à vontade para alguma questão.

 

 

 

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publicado às 20:10

O ilhéu

por Nuno França, em 03.02.17

O que é viver numa ilha?

Sei que para muitas pessoas deve ser impensável viver numa ilha, estar rodeado por mar, a sensação de isolamento, mas para mim, penso que é tudo uma questão de hábito. Para mim, ilhéu, adoro a sensação de estar a percorrer a ilha e, na maior parte das situações, conseguir ver mar, sentir que sou parte daquele "bocado" de terra no meio do Oceano Atlântico.

Em contrapartida, a primeira vez que viajei para o centro da Europa, senti precisamente aquela sensação de estranheza, de quem olha para o horizonte e só vê edifícios ou paisagem, sem ter o mar por perto... foi realmente estranho! Por exemplo, sinto-me um pouco como uma pessoa do interior de um país que depois chega a uma ilha e sente que fica "preso"... no meu caso, senti a falta do imenso mar que nos "isola".

Tudo isto, para introduzir esta fotografia que adoro, precisamente numa das estradas em que vemos sempre mar, praticamente durante quase 30 quilómetros.

img_5349.jpg

 

Na fotografia, o ilhéu dos Mosteiros, freguesia dos Mosteiros, em que se vêem outros 3 rochedos mais junto à costa.

Lá em baixo, uma pequena praia, com vista directa para aqueles rochedos.

 

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publicado às 12:00


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