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Viagem pela ilha do Faial (Açores)

por Nuno França, em 01.11.17

Olá a todos! Tal como vos tinha falado, da nossa Viagem pela ilha do Pico, optamos por uma breve passagem pela vizinha ilha do Faial.

De manhã, apanhamos o ferry-boat que transporta algumas pessoas que fazem todos os dias o trajecto Pico-Faial-Pico (e Faial-Pico-Faial) para trabalhar na ilha vizinha, até porque a viagem demora pouco mais de 30 minutos.

Ferry-Boat

Da praxe, implicava passar pelo Peter Café Sport, junto à Marina da Horta e cuja paragem é obrigatória.

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Monte da Guia, na Horta, com a praia de Porto Pim também visível na baía.

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Ilha do Pico e o respectivo ferry-boat a caminho da Horta (Faial). Parte da ilha de São Jorge também visível na imagem.

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Miradouro na Espalamaca, com as ilhas do Pico (no primeiro plano) e São Jorge mais ao longe. 

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Monte do Carneiro, miradouro com vista sobre a Horta e a ilha do Pico ao fundo. Também é visível parte da ilha de São Jorge.

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Praia de Porto Pim, Horta.

Praia de Porto Pim (Horta)

Monte da Guia e Marina da Horta (fotografia abaixo). 

Horta

Monte da Guia e Praia de Porto Pim (fotografia abaixo).

Monte da Guia - Horta

 Abaixo as fotografias do Vulcão dos Capelinhos, que 

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No que toca a mais detalhes da ilha do Faial, podem ver o post sobre onde e o que se comeu na ilha, À mesa, nas ilhas do Pico e Faial!

 

 

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publicado às 11:24

À pesca de algo

por Nuno França, em 18.03.17

 

 

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publicado às 12:49

Festival de parapente

por Nuno França, em 14.03.17

Vai fazer dois anos que experimentei pela primeira vez algo que nunca pensei vir a fazer: parapente

Uma experiência incrível, uma sensação de liberdade enorme, apesar de estarmos presos a uma cadeira. Para quem tinha medo de alturas como eu, foi um enorme desafio, do qual não me arrependo e que pretendo repetir.

A partida foi do Pico da Barrosa (local onde podem observar a famosa Lagoa do Fogo), infelizmente, o voo não foi nesta direcção devido às condições para o lado da lagoa não serem as ideiais.

No início do voo (vão ver fotos ordenadas cronologicamente com o voo), podem ver a primeira fotografia (com umas torres no lado esquerdo - local da descolagem), o céu estava encoberto e não se adivinhava nada mais do que algumas nuvens...

Nesta foto, o piloto deu uma viragem para ver o ponto de partida.

 

Na fotografia seguinte, uns 10 minutos após a descolagem, começamos a passar por uma zona de céu praticamente limpo, o que tornou o voo (já até então de 4 estrelas), num voo de 7 estrelas! Foi algo lindo, apreciar toda esta zona sul da ilha (com as cidades de Lagoa - mais próxima) e Ponta Delgada - mais ao fundo).

 

Cada voo de bilugar atingia determinadas altitudes dentro das margens de segurança e, tendo sempre em conta a pessoa que estava a fazer o seu baptismo de voo. No meu caso, o meu piloto decidiu ir até aos 1300 metros de altitude, algo fantástico e que permitiu ver a vizinha ilha de Santa Maria, que, infelizmente, não consegui registar nas imagens. Podem ver na fotografia abaixo um comparativo de altitudes da minha posição e de outro parapente - amarelo, uns bons metros mais abaixo (e as manchas brancas e pretas na pastagem - vaquinhas).

 

 

 

 

 

 E se quiserem ver, aqui fica o vídeo também! 

 

 

 

 

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publicado às 22:55

Ilhéu

por Nuno França, em 13.03.17

A ilha do Corvo ao fundo, a mais pequena do arquipélago dos Açores, observada da ilha vizinha, Flores.

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publicado às 00:02

Sete Cidades

por Nuno França, em 08.03.17

Mais uma visita ao "baú", pelas razões que expliquei no post anterior.

 

Para aqueles que nunca vieram aos Açores (em concreto, à ilha de São Miguel), esta é uma das maravilhas de Portugal, quer queiram, quer não. Lagoa das Sete Cidades, com um dia de céu limpo, com chuva, nevoeiro, é sempre um local mágico! Uma paisagem magnífica, de cortar a respiração.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Acima, a fotografia típica da Lagoa das Sete Cidades, com as lagoas azul e verde, num magnífico dia de sol. Abaixo, numa manhã do Azores Airlines Rallye, edição de 2015, primeira vez em que fui para o lado oposto da lagoa e descobri esta nova perspectiva (na minha opinião, mais bonita).

 

 

 

 

 

E aqui, o que parece impossível, fazerem o troço das Cumeeiras (montanhas à volta da cratera) a alta velocidade, com nevoeiro e o abismo mesmo ao lado.

Exactamente o mesmo spot da fotografia acima, mas relativo a 2016.

 

 

A prova de que é um troço traiçoeiro e uma nota falha rapidamente, foi este momento, arrepiante (no mesmo troço, em 2014). E a lagoa ali no lado direito da fotografia.

 
Resumindo, uma freguesia espectacular, com o principal spot a ser a lagoa, que merece uma visita alargada, porque, de um momento para o outro, podemos passar de um dia sombrio para um dia espectacular, como algumas das imagens que partilhei no post.

 

 

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publicado às 12:07

Sentindo o Jazz

por Nuno França, em 07.03.17

Revisitando o meu baú fotográfico, numa altura em que tenho a minha máquina fotográfica avariada, decidi partilhar esta, já com alguns aninhos.

 

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publicado às 15:41

Explorando a Roménia (parte 2)

por Nuno França, em 21.02.17

Olá a todos!

No seguimento meu primeiro post a falar sobre a minha viagem à Roménia (aqui), continuo com mais um, a falar sobre outros locais.

Uma das regiões que me fascinou imenso na Roménia foi a região da Transilvânia, mais em concreto, a zona de Maramures, uma zona rural, com muitas planícies e também montanhas, com muito verde.

 

Por toda a região, senti-me como se estivesse em casa (nos Açores, ilha de São Miguel), pois estive na altura da Páscoa e, nesta altura, estava tudo muito verde, como podem ver nas imagens.

 

 A forma como fardos de palha são feitos foi um dos detalhes que mais gostei de ver. Nas muitas planícies, era comum encontrar.

 

Os pastores, também é habitual encontrar um pouco por toda esta região.. tal como aqui nos Açores, vemos muitas vezes as vacas a pastar, a percorrer as estradas da ilha nas mudanças de pastagens, mas aqui, na Roménia, vemos muito as ovelhas e, acreditem... cheguei a ver porcos a pastar!!!

 

 

Aqui, neste local, são feitas cerimónias religiosas para festejar a Páscoa. Na Roménia, tudo diferente do habitual, com uma missa campal à noite, com milhares de pessoas e com a população a benzer alguns bens (comidas, etc), no decorrer da festa.

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Outro local que adorei visitar (e não, não sou daquelas pessoas que gostam de visitar/fotografar cemitérios), foi Merry Cemetery (Sapânta), em que as campas são decoradas de forma completamente diferentes do que se vê noutro cemitério... Geralmente, apresentam a pessoa que morreu, com determinado texto (e imagem a companhar), com dizeres a respeito da mesma (algumas vezes, com humor à mistura, inclusive, a falar sobre o que levou à morte da mesma).

No caso abaixo, como vêem, foi uma criança que, segundo a imagem, já nos diz como "encontrou" a morte: atropelamento.

 

Ou outro cemitério, que mais parecia um jardim (por estar muito disperso) e, claro está... por ter também uns "clientes" frequentes: galinhas/galos!

 

Em termos de estadia, ficamos em pensões durante os 2/3 dias que passamos por lá, em diferentes zonas, pois temos de andar muito carro e, falando de custos, não foi nada de especial tendo em conta o nível de vida lá. Pensões extremamente bem arranjadas, a rondar os 20€.

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Espero que tenham gostado!

Sintam-se à vontade para alguma questão.

 

 

 

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publicado às 20:10

O ilhéu

por Nuno França, em 03.02.17

O que é viver numa ilha?

Sei que para muitas pessoas deve ser impensável viver numa ilha, estar rodeado por mar, a sensação de isolamento, mas para mim, penso que é tudo uma questão de hábito. Para mim, ilhéu, adoro a sensação de estar a percorrer a ilha e, na maior parte das situações, conseguir ver mar, sentir que sou parte daquele "bocado" de terra no meio do Oceano Atlântico.

Em contrapartida, a primeira vez que viajei para o centro da Europa, senti precisamente aquela sensação de estranheza, de quem olha para o horizonte e só vê edifícios ou paisagem, sem ter o mar por perto... foi realmente estranho! Por exemplo, sinto-me um pouco como uma pessoa do interior de um país que depois chega a uma ilha e sente que fica "preso"... no meu caso, senti a falta do imenso mar que nos "isola".

Tudo isto, para introduzir esta fotografia que adoro, precisamente numa das estradas em que vemos sempre mar, praticamente durante quase 30 quilómetros.

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Na fotografia, o ilhéu dos Mosteiros, freguesia dos Mosteiros, em que se vêem outros 3 rochedos mais junto à costa.

Lá em baixo, uma pequena praia, com vista directa para aqueles rochedos.

 

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publicado às 12:00

Explorando a Roménia (parte 1)

por Nuno França, em 01.02.17

Roménia: um país que vale a pena visitar!

2014 foi o ano em que meti na ideia que, daí para a frente, teria de fazer, pelo menos, uma viagem por ano. E então, comecei por este país, devido ao facto de ter uma amiga local, que foi uma guia espectacular.

Visitamos o país de uma ponta à outra, durante 2 semanas.

Bucareste

 

A parte da viagem propriamente dita até ao país, foi o que me fez gastar mais dinheiro (quase 500€). Isto de viver numa ilha tinha (agora temos as low-cost) destas coisas, implicava apanhar um voo para Lisboa e desta para Bucareste. No geral, a estadia (por ter local onde ficar em grande parte dos dias) ficou em menos de metade do valor acima referido.

 

É um país onde o custo de vida é baixo e, para um português com um ordenado mínimo, dá perfeitamente para umas férias por lá sem grande preocupação (desde que se escolham os locais certos).

 

Cluj-Napoca

 Cluj-Napoca

 

País recheado de paisagens magníficas, com muitas ovelhas, a animar ainda mais cada paisagem.

Ah... se nos Açores temos vacas espalhadas por tudo o que é pastagem, na Roménia cheguei a encontrar (para além das ovelhas), porcos e galinhas em pastagens!

 

Uma experiência fantástica foi esta (nas 2 fotos seguintes), em que tive a oportunidade de fazer um passeio num comboio a vapor, um dos poucos na Europa que ainda circula pelos caminhos de ferro. Mocăniță, o nome mais conhecido, fica na região de Maramures, outro dos locais cheios de paisagens deslumbrantes.

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Espero que tenham gostado.

Mais fotos em breve. :)

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publicado às 13:55

Apanha de Chá - Porto Formoso

por Nuno França, em 31.01.17

Olá!

Inicio este blogue com intuito de mostrar o meu trabalho na área da Fotografia - paixão que tenho desde criança e que se intensificou quando tive como oferta uma máquina digital, já lá vai o ano de 2003. Desde então, saio para fotografar, de tudo um pouco.

 

Para começar, partilho convosco uma festa que temos por cá, na ilha de São Miguel (Açores), que se realiza todos os anos, no primeiro Sábado de Maio. Uma reconstituição histórica da apanha manual do chá, na fábrica do Porto Formoso, com trajes típicos, tudo à medida, como naquela época.

 

Comecei a acompanhar esta festa já há mais de 10 anos (sensivelmente na altura em que tive a minha primeira máquina digital), sem ter falhado mais do que 1 a 2 vezes, é interessante ver que, mesmo após a infância, muitos dos adolescentes ainda continuam a fazer parte desta festa.

 

 

 

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publicado às 18:00


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