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Viagem pela ilha do Faial (Açores)

por Nuno França, em 01.11.17

Olá a todos! Tal como vos tinha falado, da nossa Viagem pela ilha do Pico, optamos por uma breve passagem pela vizinha ilha do Faial.

De manhã, apanhamos o ferry-boat que transporta algumas pessoas que fazem todos os dias o trajecto Pico-Faial-Pico (e Faial-Pico-Faial) para trabalhar na ilha vizinha, até porque a viagem demora pouco mais de 30 minutos.

Ferry-Boat

Da praxe, implicava passar pelo Peter Café Sport, junto à Marina da Horta e cuja paragem é obrigatória.

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Monte da Guia, na Horta, com a praia de Porto Pim também visível na baía.

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Ilha do Pico e o respectivo ferry-boat a caminho da Horta (Faial). Parte da ilha de São Jorge também visível na imagem.

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Miradouro na Espalamaca, com as ilhas do Pico (no primeiro plano) e São Jorge mais ao longe. 

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Monte do Carneiro, miradouro com vista sobre a Horta e a ilha do Pico ao fundo. Também é visível parte da ilha de São Jorge.

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Praia de Porto Pim, Horta.

Praia de Porto Pim (Horta)

Monte da Guia e Marina da Horta (fotografia abaixo). 

Horta

Monte da Guia e Praia de Porto Pim (fotografia abaixo).

Monte da Guia - Horta

 Abaixo as fotografias do Vulcão dos Capelinhos, que 

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No que toca a mais detalhes da ilha do Faial, podem ver o post sobre onde e o que se comeu na ilha, À mesa, nas ilhas do Pico e Faial!

 

 

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publicado às 11:24

À mesa, nas ilhas do Pico e Faial

por Nuno França, em 20.10.17

Olá a todos!

Tal como tinha mencionado no último post, o seguinte seria sobre a Gastronomia das respectivas ilhas (Pico e Faial). De relembrar (pois merece ser relembrado), come-se muitíssimo bem nos Açores e, as nossas férias na ilha do Pico (com uma curta passagem na ilha do Faial) comprovaram isso mesmo, desta feita, nestas duas ilhas.

 

Casa Âncora (ilha do Pico):

Depois de termos chegado à ilha do Pico, tínhamos que arranjar algum local para comer. Pois bem, o Casa Âncora foi a nossa primeira paragem (em São Roque do Pico, junto ao Cais do Pico). Devido ao facto de não termos reserva feita, foi-nos sugerido pela pessoa que nos atendeu que esperássemos uns 30 minutos e, caso as reservas que tinham não aparecessem, nós tomávamos os respectivos lugares. Assim foi, ao fim de 25 minutos, o mesmo funcionário abordou-nos e lá entramos.

Ambiente muito agradável, o restaurante está aberto há 1 ano e pouco, com decoração moderna, com atenção aos pormenores e janelas grandes com vista para o mar e São Jorge lá ao fundo e cozinha aberta em que podemos ver o staff a trabalhar/circular com os pedidos.

Pedimos entradas para começarmos bem a noite e, decidimos ir para a primeira da lista, “Pão do Pico grelhado com queijo e manteiga” (penso que era assim o nome, mas vejam pelas fotografias).

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Como sou apreciador de língua de vaca, não foi difícil escolher o prato, cujo nome: “Língua de Vaca caramelizada com parmentier de legumes” (14€/prato). Apresentação espectacular, fiquei surpreendido com o tamanho do prato, afinal, não me tinha apercebido que se tratava de um restaurante gourmet. Com a primeira garfada, acho que subia às nuvens! Doce, com pêra também apresentada no prato. Foi divinal!!!

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Depois deste prato e da respectiva entrada, acabamos por decidir que tínhamos de voltar para mais uma ou duas refeições antes de terminarmos a nossa viagem, pois não tivemos estômago para as sobremesas, que também pareceram interessantes! Assim, depois de terminado o jantar, decidimos reservar para mais um jantar, na véspera de voltarmos à nossa ilha.

No regresso para a segunda refeição por lá, optamos desta vez por fazer ao contrário, deixar de lado as Entradas e atacar o Prato Principal e Sobremesas. Como estávamos no final, decidi esticar os cordões à bolsa e, como me pareceu interessante (e já tinha a experiência do outro prato divinal) decidi ir para o “Filet Mignon com espuma de batata e cebola caramelizada” (20€/prato), o mais caro da ementa. Uma vez mais, surpreendido pela apresentação espectacular e uma aparente “dose pequena”. Mais uma vez, surpreenderam-me pela positiva, mais um prato muito bom, que valeu sem dúvida cada cêntimo! Para sobremesa, optei pela “Tarte de Chocolate com espuma de iogurte” (5€/prato), que já tinha ficado na cabeça depois da primeira ida lá. Gostei muito também!

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Fonte Cuisine (ilha do Pico):

Localizado nas Lajes do Pico, no Hotel Aldeia da Fonte, este restaurante está aberto ao público e decidimos ir lá por recomendação de um colega/amigo que é da ilha do Pico.

Optei por ir para “Escalopes de Frango Grelhados com Molho de Mostarda” e para sobremesa um Gelado de Monte Pico.

Gostei do ambiente do restaurante, estava composto. Comida bem confeccionada. Voltaria lá para comer também.

 

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Peter Café Sport (ilha do Faial):

Quem nunca ouviu falar do tão célebre café? Localizado perto da Marina da Horta (ilha do Faial), é paragem obrigatória para quem viaja de barco e faz paragens na marina!

"Se velejares até à Horta e não visitares o "Peter", não viste a Horta na realidade".

Quem passa por lá, deixa a sua marca, daí as paredes, tectos, estarem cobertas de bandeiras, quadros, etc… É só verem as fotografias abaixo e têm uma pequena noção de como é o interior.

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Como tínhamos chegado da ilha do Pico bem cedo, tomamos o pequeno-almoço por lá, umas tostas e ficou resolvido aí mesmo. Não valeu propriamente pela refeição, mas pela dita frase acima… é obrigatório passar por lá. No piso superior, o museu que pode ser visitado (coisa que não visitamos pois tínhamos o tempo contado ao minuto).

É obrigatório!

 

Restaurante Genuíno (ilha do Faial):

Restaurante do navegador à vela e em solitário, Genuíno Madruga, natural da ilha do Pico, com duas voltas ao Mundo! Um restaurante em que as mesas do restaurante têm um tampo de vidro e no seu interior, dezenas de ofertas dos muitos locais por onde passou. No exterior, um mapa do planeta com os trajectos em cada uma das viagens. No dia em que almoçamos por lá, ao ligar para fazer a reserva, foi o próprio Genuíno que atendeu e que foi extremamente atencioso. Restaurante com vista para a Praia de Porto Pim, na Horta. Não consegui ver as mesas todas com as diversas recordações de viagem pois o restaurante encheu rapidamente.

Recomendo-vos, pois vai ser uma viagem diferente e come-se bem também!

 

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Restaurante Canto da Doca (ilha do Faial):

Localizado muito próximo do Peter Café Sport, foi o restaurante que escolhemos no Faial para a despedida da ilha, antes de regressarmos à ilha do Pico. Restaurante com já mais de 2 décadas, foi a recomendação da minha namorada e connosco foi um familiar meu que também já conhecia o restaurante. A especialidade do restaurante é que todas as comidas são cozinhadas na pedra quente!! Foi a primeira vez que comi assim, o calor que vinha da pedra impunha respeito! Os funcionários do restaurante trocavam a pedra quando esta estivesse mais fria. Foi um conceito interessante. Gostei bastante.

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Restaurante O Ancoradouro:

De regresso à ilha do Pico, este restaurante, localizado na Madalena do Pico, também foi recomendação do meu colega/amigo da ilha do Pico.

Optei por um prato que também aprecio imenso, “Lulas grelhadas”. Valeu a pena. Tínhamos reserva efectuada e, caso não tivéssemos feito, provavelmente não teríamos arranjado lugar. Mais um restaurante que encheu rapidamente.

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Restaurante Caffe 5 “Cinq”:

Localizado na Madalena do Pico, um espaço pequeno (se calhar o ponto negativo do local), não tínhamos lugar no interior, pelo que ficamos na esplanada, que ficava num passeio muito estreito, junto à rua e com toldos que protegiam pouco do sol. Em termos do que realmente importa, gostei da comida que escolhi, valeu bem a pena, apesar do desconforto da esplanada.

Vale a pena irem lá, mas preferencialmente no interior, para se sentirem mais confortáveis e seguros (pela proximidade à rua).

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Casa das Tisanas:

Por fim, um dos últimos locais onde comemos foi a Casa das Tisanas, a poucos minutos da pousada onde ficamos, em São Roque do Pico. Começou inicialmente como casa de chás, mas acabou por acrescentar as refeições ao fim de algum tempo. Optei por uma Hambúrguer duplo no bolo lêvedo, acompanhado, claro está, por um chá diferente e frio. Foi bastante bom, contudo, o tempo de espera é que surpreendeu pela negativa, mais de 20 minutos.

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E foram as minhas sugestões, espero que tenham gostado. Já a preparar novos posts.

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publicado às 13:15

Viagem pela ilha do Pico (Açores)

por Nuno França, em 27.09.17

A ilha do Pico, localizada no arquipélago dos Açores, grupo Central, é a segunda maior ilha do arquipélago (a seguir a São Miguel). E é reconhecida por dois pontos:

- Ilha das vinhas, com muita produção de vinho de qualidade e que é exportado para todo o Mundo;

- Montanha do Pico, que é o ponto mais alto de Portugal, com 2351 metros de altitude.

 

Aproximação à ilha do Pico (São Jorge vista do avião)

 

Decidimos ir de férias com estadia na ilha durante uma semana.

Chegados ao Pico, ficamos hospedados na Pousada de Juventude da ilha, em São Roque do Pico, porque tínhamos boas referências da mesma e então, a decisão foi fácil. Infelizmente, deixou muito a desejar, a começar pelo essencial, as camas/colchões, de má qualidade.

No dia da chegada (chegamos quase ao final da tarde), exploramos São Roque do Pico a pé, vila esta que é chamada de Capital do Turismo Rural, que fica voltada para norte e, se o tempo estiver bom, vemos a proximidade entre a ilha do Pico e a de São Jorge (15 km de distância). Há poucas horas na ilha, restava-nos escolher um local para jantarmos descansados e, se possível, com qualidade e vista para o mar. Ora, a vila como fica voltada para o mar e tudo se centra neste ponto, foi (quase) fácil encontrar sítio para comer. Chegamos à zona do Cais de São Roque, encontramos um restaurante e decidimos ficar por lá (próximo post será sobre as experiências gastronómicas, fiquem atentos!!).

 

Monumento alusivo à caça da baleia - São Roque do Pico

  

Optamos por alugar um carro durante 4 dias da nossa estadia e, no primeiro dia, como o tempo estava "ranhoso" (chuvinha miúda), decidimos dar a volta à ilha como que a fazer "reconhecimento", sempre pela estrada regional, parando em alguns miradouros, mas sem muito para ver, pois o tempo estava como estava.

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Lajes do Pico - Madalena.png

 

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E as primeiras fotografias começaram a aparecer. As primeiras duas, no Miradouro existente no Parque Florestal da Praínha, com um fenómeno a que chamaram de Mistério da Praínha, devido a esta fajã lávica que se formou durante a erupão histórica de 1562/64.

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No mesmo parque, encontramos também esta casa, com uma atafona (moínho movido por força animal).

Casa com atafona

Casa típica com atafona

 
Resumidamente, no primeiro dia ficamos desiludidos por culpa das condições meteorológicas, pois havia chuva em algumas zonas por onde passamos no nosso "reconhecimento". Felizmente, melhorou e tivemos dias de sol para aproveitarmos as magníficas paisagens e para termos a sensação de proximidade entre as ilhas.

No segundo dia com carro, demos um "pulinho" à ilha do Faial (mas irei falar noutro post).

No terceiro dia de carro, aproveitamos o bom tempo para explorar a ilha e os locais mais altos com objectivo de observar as paisagens.

 

Na fotografia abaixo, vemos a ilha de São Jorge de ponta à outra.

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Abaixo, a Lagoa do Peixinho, com parte da ilha de São Jorge ao fundo (e lá na extremidade do lado direito de São Jorge, vemos um bocadinho da ilha Terceira!!).

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Aqui, estávamos a caminho da Casa da Montanha (local onde fazemos as inscrições para a subida à Montanha do Pico). Ao fundo, a ilha do Faial, com os ilhéus de nome "Ilhéu em pé e ilhéu deitado".

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Já lá em cima na Casa da Montanha, um grupo de aventureiros acabava a sua descida. Como podem ver, não é fácil ter-se a sorte de se ver a montanha totalmente descoberta... aqui, mais uma prova disso...

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Ilha de São Jorge ao fundo, vista de outra zona da ilha.

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A montanha, finalmente descoberta, no penúltimo dia que tínhamos carro.

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A zona de banhos do Pocinho, com vista privilegiada para a ilha do Faial.

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Abaixo, o Cella Bar, que fica localizado na Madalena do Pico, bar este que foi o vencedor do Building of the Year 2016. Também jantamos lá, pelo que depois irão poder ver o post sobre a gastronomia.

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publicado às 20:48

Elevador de Santa Justa, Lisboa

por Nuno França, em 13.05.17

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Passeando pelas ruas de Lisboa, decidimos visitar o Elevador de Santa Justa, local este que já não visitava há muitos anos e, da última vez, tive imensas dificuldades em subir, devido às vertigens. Elevador com cabine antiga, em madeira e acessórios em latão, foi bom relembrar, pois não me lembrava detalhadamente dos pormenores, devido à primeira experiência que custou bastante, sobretudo na subida à torre.

 

Uma belíssima vista do seu topo, num dia de sol fantástico.


Após a visita, decidi fazer uma pesquisa de algo que há muitos anos ouvia dizer, que era o facto de o seu engenheiro, Raoul Mesnier du Ponsard ser, supostamente, um dos discípulos de Gustave Eiffel... Meio dito, meio certo, realmente os populares afirmam tal coisa, mas não há provas concretas acerca da possível ligação entre os dois. 

 

Aconselho vivamente a visita, mesmo que haja algumas vertigens pelo meio.

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publicado às 12:32

Explorando a Roménia (parte 2)

por Nuno França, em 21.02.17

Olá a todos!

No seguimento meu primeiro post a falar sobre a minha viagem à Roménia (aqui), continuo com mais um, a falar sobre outros locais.

Uma das regiões que me fascinou imenso na Roménia foi a região da Transilvânia, mais em concreto, a zona de Maramures, uma zona rural, com muitas planícies e também montanhas, com muito verde.

 

Por toda a região, senti-me como se estivesse em casa (nos Açores, ilha de São Miguel), pois estive na altura da Páscoa e, nesta altura, estava tudo muito verde, como podem ver nas imagens.

 

 A forma como fardos de palha são feitos foi um dos detalhes que mais gostei de ver. Nas muitas planícies, era comum encontrar.

 

Os pastores, também é habitual encontrar um pouco por toda esta região.. tal como aqui nos Açores, vemos muitas vezes as vacas a pastar, a percorrer as estradas da ilha nas mudanças de pastagens, mas aqui, na Roménia, vemos muito as ovelhas e, acreditem... cheguei a ver porcos a pastar!!!

 

 

Aqui, neste local, são feitas cerimónias religiosas para festejar a Páscoa. Na Roménia, tudo diferente do habitual, com uma missa campal à noite, com milhares de pessoas e com a população a benzer alguns bens (comidas, etc), no decorrer da festa.

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Outro local que adorei visitar (e não, não sou daquelas pessoas que gostam de visitar/fotografar cemitérios), foi Merry Cemetery (Sapânta), em que as campas são decoradas de forma completamente diferentes do que se vê noutro cemitério... Geralmente, apresentam a pessoa que morreu, com determinado texto (e imagem a companhar), com dizeres a respeito da mesma (algumas vezes, com humor à mistura, inclusive, a falar sobre o que levou à morte da mesma).

No caso abaixo, como vêem, foi uma criança que, segundo a imagem, já nos diz como "encontrou" a morte: atropelamento.

 

Ou outro cemitério, que mais parecia um jardim (por estar muito disperso) e, claro está... por ter também uns "clientes" frequentes: galinhas/galos!

 

Em termos de estadia, ficamos em pensões durante os 2/3 dias que passamos por lá, em diferentes zonas, pois temos de andar muito carro e, falando de custos, não foi nada de especial tendo em conta o nível de vida lá. Pensões extremamente bem arranjadas, a rondar os 20€.

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Espero que tenham gostado!

Sintam-se à vontade para alguma questão.

 

 

 

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publicado às 20:10

Rabo de Peixe

por Nuno França, em 13.02.17

Rabo de Peixe, uma vila/freguesia do concelho da Ribeira Grande, ilha de São Miguel, nos Açores.

É uma vila que marca pela diferença, mais não seja pelo facto de ser uma vila em que a população tem como ganha-pão principal, a pesca. Sendo uma vila piscatória, motivos fotográficos são imensos, desde o óbvio, motivos relacionados com a pesca, até a arte urbana, que deu outra vida à vila, através da arte de Bordalo II e Vhils (no âmbito do festival de arte urbana Walk&Talk Azores) e, principalmente, este último, que teve um impulso enorme na sua carreira com estas obras que fez por cá.

 

  

 

 Ao chegarem a Rabo de Peixe, de máquina em punho, não tendo como primeira opção fotografar as pessoas, garanto-vos que irão ser abordados de forma humilde pelos moradores e, logo aí, ganham novos motivos fotográficos. Foi o que aconteceu comigo... logo aí, ficamos com tema de conversa e não levam a mal as nossas fotografias. Tudo depende da abordabem. 

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 Para terminar, na minha recente visita a Rabo de Peixe, encontrei um grupo de crianças/jovens a jogar futebol, imagine-se onde, precisamente, no porto de pescas, num final de tarde de Inverno, como se vê, com um bonito dia de sol! Felizmente não está sempre a chover, como muitos pensam. :)

A fotografia foi feita com o telemóvel, visto que a minha máquina fotográfica está avariada. :(

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Espero que gostem!

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publicado às 20:46

Explorando a Roménia (parte 1)

por Nuno França, em 01.02.17

Roménia: um país que vale a pena visitar!

2014 foi o ano em que meti na ideia que, daí para a frente, teria de fazer, pelo menos, uma viagem por ano. E então, comecei por este país, devido ao facto de ter uma amiga local, que foi uma guia espectacular.

Visitamos o país de uma ponta à outra, durante 2 semanas.

Bucareste

 

A parte da viagem propriamente dita até ao país, foi o que me fez gastar mais dinheiro (quase 500€). Isto de viver numa ilha tinha (agora temos as low-cost) destas coisas, implicava apanhar um voo para Lisboa e desta para Bucareste. No geral, a estadia (por ter local onde ficar em grande parte dos dias) ficou em menos de metade do valor acima referido.

 

É um país onde o custo de vida é baixo e, para um português com um ordenado mínimo, dá perfeitamente para umas férias por lá sem grande preocupação (desde que se escolham os locais certos).

 

Cluj-Napoca

 Cluj-Napoca

 

País recheado de paisagens magníficas, com muitas ovelhas, a animar ainda mais cada paisagem.

Ah... se nos Açores temos vacas espalhadas por tudo o que é pastagem, na Roménia cheguei a encontrar (para além das ovelhas), porcos e galinhas em pastagens!

 

Uma experiência fantástica foi esta (nas 2 fotos seguintes), em que tive a oportunidade de fazer um passeio num comboio a vapor, um dos poucos na Europa que ainda circula pelos caminhos de ferro. Mocăniță, o nome mais conhecido, fica na região de Maramures, outro dos locais cheios de paisagens deslumbrantes.

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Espero que tenham gostado.

Mais fotos em breve. :)

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publicado às 13:55


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