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Porquê a ilha de São Miguel? - parte 2

por Nuno França, em 18.03.18

Vejam as fotos, apreciem e depois respondam à pergunta! 

(parte 1 aqui)

 

Fiquem atentos, próximo post amanhã com mais fotografias!

Ilha de são Miguel, Arquipélago dos Açores, no meio do Oceano Atlântico!

 

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publicado às 12:29

Porquê a ilha de São Miguel? - parte 1

por Nuno França, em 16.03.18

Vejam as fotos, apreciem e depois respondam à pergunta!

Fiquem atentos, próximo post amanhã com mais fotografias!

Ilha de são Miguel, Arquipélago dos Açores, no meio do Oceano Atlântico!

 

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publicado às 13:55

Foto do dia

por Nuno França, em 15.03.18

 
Muitas mais fotografias aqui.

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publicado às 18:00

Explorando a Roménia (parte 2)

por Nuno França, em 14.03.18

Olá a todos!

No seguimento meu primeiro post a falar sobre a minha viagem à Roménia (aqui), continuo com mais um, a falar sobre outros locais.

Uma das regiões que me fascinou imenso na Roménia foi a região da Transilvânia, mais em concreto, a zona de Maramures, uma zona rural, com muitas planícies e também montanhas, com muito verde.

Por toda a região, senti-me como se estivesse em casa (nos Açores, ilha de São Miguel), pois estive na altura da Páscoa e, nesta altura, estava tudo muito verde, como podem ver nas imagens.

 A forma como fardos de palha são feitos foi um dos detalhes que mais gostei de ver. Nas muitas planícies, era comum encontrar.

Os pastores, também é habitual encontrar um pouco por toda esta região.. tal como aqui nos Açores, vemos muitas vezes as vacas a pastar, a percorrer as estradas da ilha nas mudanças de pastagens, mas aqui, na Roménia, vemos muito as ovelhas e, acreditem... cheguei a ver porcos a pastar!!!

Aqui, neste local, são feitas cerimónias religiosas para festejar a Páscoa. Na Roménia, tudo diferente do habitual, com uma missa campal à noite, com milhares de pessoas e com a população a benzer alguns bens (comidas, etc), no decorrer da festa.

Outro local que adorei visitar (e não, não sou daquelas pessoas que gostam de visitar/fotografar cemitérios), foi Merry Cemetery (Sapânta), em que as campas são decoradas de forma completamente diferentes do que se vê noutro cemitério... Geralmente, apresentam a pessoa que morreu, com determinado texto (e imagem a companhar), com dizeres a respeito da mesma (algumas vezes, com humor à mistura, inclusive, a falar sobre o que levou à morte da mesma).

No caso abaixo, como vêem, foi uma criança que, segundo a imagem, já nos diz como "encontrou" a morte: atropelamento.

 

 Ou outro cemitério, que mais parecia um jardim (por estar muito disperso) e, claro está... por ter também uns "clientes" frequentes: galinhas/galos!

Em termos de estadia, ficamos em pensões durante os 2/3 dias que passamos por lá, em diferentes zonas, pois temos de andar muito carro e, falando de custos, não foi nada de especial tendo em conta o nível de vida lá. Pensões extremamente bem arranjadas, a rondar os 20€.

Em Vişeu de Sus, também por estes lados, experimentamos uma viagem num comboio a vapor por entre os vales e florestas! Muito bom!  

 

 

Espero que tenham gostado!

Sintam-se à vontade para alguma questão.

 

 

 (post reformulado pois algumas das fotografias não foram carregadas devidamente)

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publicado às 12:55

Foto do dia

por Nuno França, em 13.03.18

Hotel Monte Palace

Hotel Monte Palace, em tempos foi hotel de luxo, localizado na Vista do Rei (Sete Cidades), ilha de São Miguel. O hotel está abandonado há mais de 20 anos e, após a sua abertura, só esteve em funcionamento durante 19 meses.

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publicado às 08:00

"Talibes, Modern-day Slaves" - Mário Cruz

por Nuno França, em 12.03.18

Há umas semanas tive o prazer de conhecer pessoalmente o fotógrafo português Mário Cruz, através da apresentação do seu trabalho "Talibés", feito no Senegal. Um trabalho duro, sobre uma situação que milhares de crianças passam, de pura escravatura, maus tratos e tudo mais o que se possa imaginar. Um testemunho que o próprio descreveu e que me arrepiou imenso e, inclusive, me fez verter umas lágrimas pela dureza da história e das imagens.

Em exposição no Arquipélago – Centro de Artes Contemporâneas, na cidade da Ribeira Grande, ilha de São Miguel, Açores.

Como o próprio fotógrafo pediu a todos os presentes: "podem fotografar todas as fotografias da exposição e partilhá-las à vontade, pois o que é preciso é divulgar ao maior número de pessoas este problema",

Assim, apresento algumas das fotografias da exposição.

Mário Cruz foi vencedor do Prémio World Press Photo 2016.


Partilhem!! Quantas mais pessoas partilharem, mais fácil será combater este problema!

 

«Talibes, Modern-day Slaves Contemporary Issues, first prize stories Koranic boarding schools in Senegal, known as daaras, traditionally give children between the ages of five and fifteen a religious education and teach them Arabic. But the schools are highly unregulated, and conditions in many are poor, with near-starving children living in overcrowded, unsanitary circumstances. The pupils, or talibés, are beaten and sometimes kept in chains for hours on end. Some are the victims of child-trafficking. Talibés are frequently made to beg on the streets for up to eight or nine hours a day, giving all they collect to their marabout (teacher).» 

 

Se ainda não visitaram a minha página no facebook, ainda vão a tempo. 

Boa semana a todos!

 

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publicado às 08:00

Foto(s) do dia

por Nuno França, em 28.12.17

Boa noite a todos!

Ainda de volta ao baú, partilho hoje mais duas fotografias antigas. Espero que gostem.
E sempre podem visitar a minha página no facebook para mais fotografias.

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publicado às 19:54

Foto(s) do dia

por Nuno França, em 15.12.17

Boa noite a todos!

Mais de um mês sem computador, sem nada poder fazer a não ser esperar, desesperadamente, para que tivesse uma resposta da possível reparação das peças que fumegaram, literalmente... e, esperar, igualmente, que nenhum dos meus dados (fotografias, principalmente), tivessem desaparecido! Felizmente, não perdi nada e já tenho o computador a bombar...

Agora, como um mal nunca vem só, agora tenho a minha máquina fotográfica a entregar a alma a Cristo, como se costuma dizer.

Assim, como tenho poucas fotografias recentes, aqui vai uma fotografia do ano passado, com uma experiência fantástica durante um curso de fotografia que fiz por cá, em São Miguel (Açores), junto às Caldeiras das Furnas (onde se fazem os cozidos, daí o fumo). Experiência fantástica porque tive o prazer de experimentar um "animal": Canon EOS 5D Mark III.

Uma máquina do outro mundo...

Agora resta arranjar uns trocos (não para esta máquina que referi acima, até porque não ganhei o Euromilhões hoje - e nem joguei - ahahah) para arranjar uma máquina nova...

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publicado às 21:32

Viagem pela ilha do Faial (Açores)

por Nuno França, em 01.11.17

Olá a todos! Tal como vos tinha falado, da nossa Viagem pela ilha do Pico, optamos por uma breve passagem pela vizinha ilha do Faial.

De manhã, apanhamos o ferry-boat que transporta algumas pessoas que fazem todos os dias o trajecto Pico-Faial-Pico (e Faial-Pico-Faial) para trabalhar na ilha vizinha, até porque a viagem demora pouco mais de 30 minutos.

Ferry-Boat

Da praxe, implicava passar pelo Peter Café Sport, junto à Marina da Horta e cuja paragem é obrigatória.

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Monte da Guia, na Horta, com a praia de Porto Pim também visível na baía.

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Ilha do Pico e o respectivo ferry-boat a caminho da Horta (Faial). Parte da ilha de São Jorge também visível na imagem.

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Miradouro na Espalamaca, com as ilhas do Pico (no primeiro plano) e São Jorge mais ao longe. 

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Monte do Carneiro, miradouro com vista sobre a Horta e a ilha do Pico ao fundo. Também é visível parte da ilha de São Jorge.

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Praia de Porto Pim, Horta.

Praia de Porto Pim (Horta)

Monte da Guia e Marina da Horta (fotografia abaixo). 

Horta

Monte da Guia e Praia de Porto Pim (fotografia abaixo).

Monte da Guia - Horta

 Abaixo as fotografias do Vulcão dos Capelinhos, que 

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No que toca a mais detalhes da ilha do Faial, podem ver o post sobre onde e o que se comeu na ilha, À mesa, nas ilhas do Pico e Faial!

 

 

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publicado às 11:24

À mesa, nas ilhas do Pico e Faial

por Nuno França, em 20.10.17

Olá a todos!

Tal como tinha mencionado no último post, o seguinte seria sobre a Gastronomia das respectivas ilhas (Pico e Faial). De relembrar (pois merece ser relembrado), come-se muitíssimo bem nos Açores e, as nossas férias na ilha do Pico (com uma curta passagem na ilha do Faial) comprovaram isso mesmo, desta feita, nestas duas ilhas.

 

Casa Âncora (ilha do Pico):

Depois de termos chegado à ilha do Pico, tínhamos que arranjar algum local para comer. Pois bem, o Casa Âncora foi a nossa primeira paragem (em São Roque do Pico, junto ao Cais do Pico). Devido ao facto de não termos reserva feita, foi-nos sugerido pela pessoa que nos atendeu que esperássemos uns 30 minutos e, caso as reservas que tinham não aparecessem, nós tomávamos os respectivos lugares. Assim foi, ao fim de 25 minutos, o mesmo funcionário abordou-nos e lá entramos.

Ambiente muito agradável, o restaurante está aberto há 1 ano e pouco, com decoração moderna, com atenção aos pormenores e janelas grandes com vista para o mar e São Jorge lá ao fundo e cozinha aberta em que podemos ver o staff a trabalhar/circular com os pedidos.

Pedimos entradas para começarmos bem a noite e, decidimos ir para a primeira da lista, “Pão do Pico grelhado com queijo e manteiga” (penso que era assim o nome, mas vejam pelas fotografias).

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Como sou apreciador de língua de vaca, não foi difícil escolher o prato, cujo nome: “Língua de Vaca caramelizada com parmentier de legumes” (14€/prato). Apresentação espectacular, fiquei surpreendido com o tamanho do prato, afinal, não me tinha apercebido que se tratava de um restaurante gourmet. Com a primeira garfada, acho que subia às nuvens! Doce, com pêra também apresentada no prato. Foi divinal!!!

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Depois deste prato e da respectiva entrada, acabamos por decidir que tínhamos de voltar para mais uma ou duas refeições antes de terminarmos a nossa viagem, pois não tivemos estômago para as sobremesas, que também pareceram interessantes! Assim, depois de terminado o jantar, decidimos reservar para mais um jantar, na véspera de voltarmos à nossa ilha.

No regresso para a segunda refeição por lá, optamos desta vez por fazer ao contrário, deixar de lado as Entradas e atacar o Prato Principal e Sobremesas. Como estávamos no final, decidi esticar os cordões à bolsa e, como me pareceu interessante (e já tinha a experiência do outro prato divinal) decidi ir para o “Filet Mignon com espuma de batata e cebola caramelizada” (20€/prato), o mais caro da ementa. Uma vez mais, surpreendido pela apresentação espectacular e uma aparente “dose pequena”. Mais uma vez, surpreenderam-me pela positiva, mais um prato muito bom, que valeu sem dúvida cada cêntimo! Para sobremesa, optei pela “Tarte de Chocolate com espuma de iogurte” (5€/prato), que já tinha ficado na cabeça depois da primeira ida lá. Gostei muito também!

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Fonte Cuisine (ilha do Pico):

Localizado nas Lajes do Pico, no Hotel Aldeia da Fonte, este restaurante está aberto ao público e decidimos ir lá por recomendação de um colega/amigo que é da ilha do Pico.

Optei por ir para “Escalopes de Frango Grelhados com Molho de Mostarda” e para sobremesa um Gelado de Monte Pico.

Gostei do ambiente do restaurante, estava composto. Comida bem confeccionada. Voltaria lá para comer também.

 

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Peter Café Sport (ilha do Faial):

Quem nunca ouviu falar do tão célebre café? Localizado perto da Marina da Horta (ilha do Faial), é paragem obrigatória para quem viaja de barco e faz paragens na marina!

"Se velejares até à Horta e não visitares o "Peter", não viste a Horta na realidade".

Quem passa por lá, deixa a sua marca, daí as paredes, tectos, estarem cobertas de bandeiras, quadros, etc… É só verem as fotografias abaixo e têm uma pequena noção de como é o interior.

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Como tínhamos chegado da ilha do Pico bem cedo, tomamos o pequeno-almoço por lá, umas tostas e ficou resolvido aí mesmo. Não valeu propriamente pela refeição, mas pela dita frase acima… é obrigatório passar por lá. No piso superior, o museu que pode ser visitado (coisa que não visitamos pois tínhamos o tempo contado ao minuto).

É obrigatório!

 

Restaurante Genuíno (ilha do Faial):

Restaurante do navegador à vela e em solitário, Genuíno Madruga, natural da ilha do Pico, com duas voltas ao Mundo! Um restaurante em que as mesas do restaurante têm um tampo de vidro e no seu interior, dezenas de ofertas dos muitos locais por onde passou. No exterior, um mapa do planeta com os trajectos em cada uma das viagens. No dia em que almoçamos por lá, ao ligar para fazer a reserva, foi o próprio Genuíno que atendeu e que foi extremamente atencioso. Restaurante com vista para a Praia de Porto Pim, na Horta. Não consegui ver as mesas todas com as diversas recordações de viagem pois o restaurante encheu rapidamente.

Recomendo-vos, pois vai ser uma viagem diferente e come-se bem também!

 

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Restaurante Canto da Doca (ilha do Faial):

Localizado muito próximo do Peter Café Sport, foi o restaurante que escolhemos no Faial para a despedida da ilha, antes de regressarmos à ilha do Pico. Restaurante com já mais de 2 décadas, foi a recomendação da minha namorada e connosco foi um familiar meu que também já conhecia o restaurante. A especialidade do restaurante é que todas as comidas são cozinhadas na pedra quente!! Foi a primeira vez que comi assim, o calor que vinha da pedra impunha respeito! Os funcionários do restaurante trocavam a pedra quando esta estivesse mais fria. Foi um conceito interessante. Gostei bastante.

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Restaurante O Ancoradouro:

De regresso à ilha do Pico, este restaurante, localizado na Madalena do Pico, também foi recomendação do meu colega/amigo da ilha do Pico.

Optei por um prato que também aprecio imenso, “Lulas grelhadas”. Valeu a pena. Tínhamos reserva efectuada e, caso não tivéssemos feito, provavelmente não teríamos arranjado lugar. Mais um restaurante que encheu rapidamente.

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Restaurante Caffe 5 “Cinq”:

Localizado na Madalena do Pico, um espaço pequeno (se calhar o ponto negativo do local), não tínhamos lugar no interior, pelo que ficamos na esplanada, que ficava num passeio muito estreito, junto à rua e com toldos que protegiam pouco do sol. Em termos do que realmente importa, gostei da comida que escolhi, valeu bem a pena, apesar do desconforto da esplanada.

Vale a pena irem lá, mas preferencialmente no interior, para se sentirem mais confortáveis e seguros (pela proximidade à rua).

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Casa das Tisanas:

Por fim, um dos últimos locais onde comemos foi a Casa das Tisanas, a poucos minutos da pousada onde ficamos, em São Roque do Pico. Começou inicialmente como casa de chás, mas acabou por acrescentar as refeições ao fim de algum tempo. Optei por uma Hambúrguer duplo no bolo lêvedo, acompanhado, claro está, por um chá diferente e frio. Foi bastante bom, contudo, o tempo de espera é que surpreendeu pela negativa, mais de 20 minutos.

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E foram as minhas sugestões, espero que tenham gostado. Já a preparar novos posts.

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publicado às 13:15


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