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Olá pessoal!
Para todos aqueles que ainda não se ligaram ao meu blogue final: Nuno França Blog
E para os que ainda não viram o meu canal do YouTube, decido partilhar aqui um vídeo de um trilho espectacular aqui na ilha de São Miguel.
E saibam também que é marcado por um acontecimento histórico em Portugal.
Leiam tudo aqui.

Olá a todos!
No seguimento meu primeiro post a falar sobre a minha viagem à Roménia (aqui), continuo com mais um, a falar sobre outros locais.




Uma das regiões que me fascinou imenso na Roménia foi a região da Transilvânia, mais em concreto, a zona de Maramures, uma zona rural, com muitas planícies e também montanhas, com muito verde.
Por toda a região, senti-me como se estivesse em casa (nos Açores, ilha de São Miguel), pois estive na altura da Páscoa e, nesta altura, estava tudo muito verde, como podem ver nas imagens.


A forma como fardos de palha são feitos foi um dos detalhes que mais gostei de ver. Nas muitas planícies, era comum encontrar.

Os pastores, também é habitual encontrar um pouco por toda esta região.. tal como aqui nos Açores, vemos muitas vezes as vacas a pastar, a percorrer as estradas da ilha nas mudanças de pastagens, mas aqui, na Roménia, vemos muito as ovelhas e, acreditem... cheguei a ver porcos a pastar!!!


Aqui, neste local, são feitas cerimónias religiosas para festejar a Páscoa. Na Roménia, tudo diferente do habitual, com uma missa campal à noite, com milhares de pessoas e com a população a benzer alguns bens (comidas, etc), no decorrer da festa.




Outro local que adorei visitar (e não, não sou daquelas pessoas que gostam de visitar/fotografar cemitérios), foi Merry Cemetery (Sapânta), em que as campas são decoradas de forma completamente diferentes do que se vê noutro cemitério... Geralmente, apresentam a pessoa que morreu, com determinado texto (e imagem a companhar), com dizeres a respeito da mesma (algumas vezes, com humor à mistura, inclusive, a falar sobre o que levou à morte da mesma).
No caso abaixo, como vêem, foi uma criança que, segundo a imagem, já nos diz como "encontrou" a morte: atropelamento.


Ou outro cemitério, que mais parecia um jardim (por estar muito disperso) e, claro está... por ter também uns "clientes" frequentes: galinhas/galos!

Em termos de estadia, ficamos em pensões durante os 2/3 dias que passamos por lá, em diferentes zonas, pois temos de andar muito carro e, falando de custos, não foi nada de especial tendo em conta o nível de vida lá. Pensões extremamente bem arranjadas, a rondar os 20€.
Em Vişeu de Sus, também por estes lados, experimentamos uma viagem num comboio a vapor por entre os vales e florestas! Muito bom!





Espero que tenham gostado!
Sintam-se à vontade para alguma questão.
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(post reformulado pois algumas das fotografias não foram carregadas devidamente)
Vai fazer dois anos que experimentei pela primeira vez algo que nunca pensei vir a fazer: parapente
Uma experiência incrível, uma sensação de liberdade enorme, apesar de estarmos presos a uma cadeira. Para quem tinha medo de alturas como eu, foi um enorme desafio, do qual não me arrependo e que pretendo repetir.
A partida foi do Pico da Barrosa (local onde podem observar a famosa Lagoa do Fogo), infelizmente, o voo não foi nesta direcção devido às condições para o lado da lagoa não serem as ideiais.
No início do voo (vão ver fotos ordenadas cronologicamente com o voo), podem ver a primeira fotografia (com umas torres no lado esquerdo - local da descolagem), o céu estava encoberto e não se adivinhava nada mais do que algumas nuvens...
Nesta foto, o piloto deu uma viragem para ver o ponto de partida.

Na fotografia seguinte, uns 10 minutos após a descolagem, começamos a passar por uma zona de céu praticamente limpo, o que tornou o voo (já até então de 4 estrelas), num voo de 7 estrelas! Foi algo lindo, apreciar toda esta zona sul da ilha (com as cidades de Lagoa - mais próxima) e Ponta Delgada - mais ao fundo).

Cada voo de bilugar atingia determinadas altitudes dentro das margens de segurança e, tendo sempre em conta a pessoa que estava a fazer o seu baptismo de voo. No meu caso, o meu piloto decidiu ir até aos 1300 metros de altitude, algo fantástico e que permitiu ver a vizinha ilha de Santa Maria, que, infelizmente, não consegui registar nas imagens. Podem ver na fotografia abaixo um comparativo de altitudes da minha posição e de outro parapente - amarelo, uns bons metros mais abaixo (e as manchas brancas e pretas na pastagem - vaquinhas).![]()





E se quiserem ver, aqui fica o vídeo também! ![]()
O que é viver numa ilha?
Sei que para muitas pessoas deve ser impensável viver numa ilha, estar rodeado por mar, a sensação de isolamento, mas para mim, penso que é tudo uma questão de hábito. Para mim, ilhéu, adoro a sensação de estar a percorrer a ilha e, na maior parte das situações, conseguir ver mar, sentir que sou parte daquele "bocado" de terra no meio do Oceano Atlântico.
Em contrapartida, a primeira vez que viajei para o centro da Europa, senti precisamente aquela sensação de estranheza, de quem olha para o horizonte e só vê edifícios ou paisagem, sem ter o mar por perto... foi realmente estranho! Por exemplo, sinto-me um pouco como uma pessoa do interior de um país que depois chega a uma ilha e sente que fica "preso"... no meu caso, senti a falta do imenso mar que nos "isola".
Tudo isto, para introduzir esta fotografia que adoro, precisamente numa das estradas em que vemos sempre mar, praticamente durante quase 30 quilómetros.

Na fotografia, o ilhéu dos Mosteiros, freguesia dos Mosteiros, em que se vêem outros 3 rochedos mais junto à costa.
Lá em baixo, uma pequena praia, com vista directa para aqueles rochedos.
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